24 de julho de 2011

♫ Mouth ♪ Bush

 

Mouth (Bush)

 

You gave me this
Made me give
Your silver grin
Still sticking it in
You have soul machine
Soul machine

The longest kiss
Peeling furniture days
Drift madly to you
Pollute my heart drain

You have broken in me
Broken me
All your mental armor drags me down
We can't breathe when you come around
All your mental armor drags me down
Nothing hurts like your
Mouth, Mouth, Mouth

Your loaded smiles
Pretty just desserts
Wish it all for you
So much it never hurts
You have a soul machine
Stolen me

All your mental armor drags me down
We can't breathe when you come around
All your mental armor drags me down
Nothing hurts like your
Mouth, Mouth, Mouth,
Your mouth, Mouth, Mouth,

We'd been missing long before
Never found our way home
We'd been missing long before
Where we'll find our way

You gave me this
Made me give
You have soul machine
Broken free

All your mental armor drags me down
We can't breathe when you come around
All your metal armor drags me down
Nothing hurts like your
Mouth, Mouth, Mouth
Your mouth, Mouth, Mouth

All your metal armor,
All your metal armor

And your Mouth, Mouth, Mouth
Mouth, Mouth, Mouth, Mouth, Mouth, Mouth,
Mouth, Mouth, Mouth, Mouth, Mouth, Mouth.


Boca

Você me deu isso
Fez-me entregar
O seu sorriso prata
Ainda grudado em mim
Você tem a alma de uma máquina
Alma de uma máquina

O beijo mais longo
Dias arrancando cascas das mobílias
Me levando loucamente para você
Polui meu coração esgotado

Você tem se quebrado em mim
Me quebrado
Toda a sua armadura mental me arrasta para baixo
Não podemos respirar quando você está por perto
Toda a sua armadura mental me arrasta para baixo
Nada machuca como a sua
Boca, boca boca

Seu sorriso carregado
Elegante, apenas na sobremesa
Desejo isso tudo para você
Tanto que nunca dói
Você tem a alma de uma máquina
Me roubado

Toda a sua armadura mental me arrasta para baixo
Não podemos respirar quando você está por perto
Toda a sua armadura mental me arrasta para baixo
Nada machuca como a sua
Boca, boca boca
Sua boca, boca, boca

Nós sentimos falta a muito tempo atrás
Nunca encontramos nosso caminho para casa
Nós sentimos falta a muito tempo atrás
Onde vamos encontrar nosso caminho

Você me deu isso
Fez-me entregar
Você tem a alma de uma máquina
Destruindo livremente

Toda a sua armadura mental me arrasta para baixo
Não podemos respirar quando você está por perto
Toda a sua armadura mental me arrasta para baixo
Nada machuca como a sua
Boca, boca boca
Sua boca, boca boca

Toda a sua armadura metálica
Toda a sua armadura metálica

E sua boca, boca, boca
Boca, boca, boca, boca, boca, boca
Boca, boca, boca, boca, boca, boca

24 de maio de 2011

Análogo ou diverso


O encaixe dos parâmetros
na sociedade dos comuns
ser o único em pensamentos
estar aquém das expectativas
é uma passagem pelo frio do inverno.

Levei um tempo pra perceber
que sentir não é essa anestesia
delonguei-me a crer
que a sossegada porção de um todo
é um favorável entardecer.

Quem se importa realmente?

Ser extremamente análogo ou desconcertantemente
diverso?

--> Líria de Moraes 2011

21 de março de 2011

Corações sem freqüência


Por algumas horas
desconhecidos
pela rua a fora
desunidos.

Nosso eu indefeso
intimidade desaparecida
busca sem êxito
comunicação comprometida.

Corações sem freqüência
pulsavam separados
apenas por sobrevivência
foram desligados.

--> Líria de Moraes 2011

Odara_Caetano Veloso

Deixa eu dançar pro meu corpo ficar odara
Minha cara minha cuca ficar odara
Deixa eu cantar que é pro mundo ficar odara
Pra ficar tudo jóia rara
Qualquer coisa que se sonhara
Canto e danço que dara

http://www.youtube.com/watch?v=JHYmnG4YiNM&feature=player_embedded

11 de março de 2011

Maresia


Em horizonte azul permaneciam
delícias murmurantes ondulando
e olhares puros, a remar, nasciam.

Escaldantes, os grãos, amarelando
refletem o infinito transparente
de sonhos cristalinos resvalando.

Do morro, arraigado, transcendente
brancas nuvens dissipam devaneio
voam olhares pelo sol ardente.

Baila surfista no solar anseio
de ver a sagração d'um abissal
sentir terral na pele sem receio
ser ele o próprio móbile de sal.
Autoria: Ligia Tomarchio
(Direitos autorais reservados à autora)

20 de fevereiro de 2011

Borboletas

Borboletas

Contornando toda estrada
eu vi as linhas voando
e se entrelaçando,
os caminhos cruzavam-se.
Senti a saudade do que passou
dos que se foram.
Chovia flores em nossas cabeças
borboletas passavam
ao redor, rapidamente
os olhos deslizavam
contornando as trilhas
os pedregulhos e as árvores,
e se perdiam pelo campo.
De mãos dadas, andávamos
e estávamos tão juntos
todos juntos
senti saudades
do passado
e dos que se foram...

Liria Moraes
2011

16 de fevereiro de 2011

Pessoa_Marina Lima





















Composição: Dalto/Cláudio Rabello

Olhar você e não saber
Que você é a pessoa mais linda do mundo
Eu queria alguém lá no fundo do coração
Ganhar você e não querer
É porque eu não quero que nada aconteça
Deve ser porque eu não ando bem da cabeça
Ou eu já cansei de acreditar
O meu medo é uma coisa assim
Que corre por fora entra, vai e volta sem sair, oh, oh !
Oh, não ! Não tente me fazer feliz

Eu sei que o amor é bom demais
Mas dói demais sentir
Olhar você e não saber
Que você é a pessoa mais linda do mundo
Eu queria alguém lá no fundo do coração
Ganhar você e não querer
É porque eu não quero que nada aconteça
Deve ser porque eu não ando bem da cabeça
Ou eu já cansei de acreditar
Ou eu já cansei... (refrão)
O meu medo é uma coisa assim
Que corre por fora entra, vai e volta sem sair, oh, oh !
Oh, não ! Não tente me fazer feliz
Eu sei que o amor é bom demais
Mas dói demais sentir

11 de fevereiro de 2011

Pedra, ouro e espada

Queria passear
por um jardim perfumado
entre flores caminhar
receber teu abraço
tua compreensão
você a me acolher
doando ternura e caridade
seria um lindo sonho
e eu estaria pronta
a te ouvir,
te acalentar,
te entender.
É assim, sonho
doce ilusão
num mundo repleto
de pedra, ouro e espada.

--> Líria de Moraes 2011

31 de janeiro de 2011

Tempo

Que rápido é
o tempo, é
te espero, ansiosa
mas o sono
me alcança
aos poucos.
E aos poucos
chegam os dias,
e aos poucos
chega você.
Ligeiro é o dia
e dinâmica, a noite.
Voando...
vão-se as horas
e por ali passa
voando, a minha felicidade.

--> Líria de Moraes 2011

6 de janeiro de 2011

Copo D'Água_Marcelo Jeneci


Composição: Marcelo Jeneci

Eu, eu, eu
Eu não disse nada
Por que essa cara?
Você quer atenção

Ãh, ãh, ãh
Ãh, até parece
Que não me conhece
Como a palma da sua mão

O meu cabelo, jeito, cheiro, dedo, pele
No seu orkut, e-mail, skype, net, messenger

Quando um não quer os dois não fazem
Tempestade em copo d’água

Sem, sem, sem
Sem nenhuma mágoa
É só uma palavra…

Sim, sim, sim
Vamos ficar numa boa
Você é a pessoa
Que eu quero pra mim

A sua roupa, bolsa, escova, lenço, maquiagem
Na minha cama, quarto, sala, até na minha tatuagem

Quando um não quer os dois não fazem
Tempestade em copo d’água